Ensemble Barroco, Fernando Cordella, Ana Schwedhelm e Carla Cottini

Ensemble Barroco

Fernando Cordella, regência e cravo

Ana Schwedhelm, soprano

Carla Cottini, soprano

 

DE MONTEVERDI A MOZART

CLAUDIO MONTEVERDI

- Sinfonia da opera L’Incoronazione di Poppea

- Pur ti miro

- Quel Sguardo Sdegnosetto

 

TARQUINIO MERULA

- Ciaconna

 

ANTONIO VIVALDI

Concerto per Archi em Sol menor RV 157

- Allegro

- Largo

- Alegro

- Sposa son disprezzata (Bajazet RV 703)

 

GEORG FRIEDRICH HÄNDEL

- Sinfonia da ópera Rinaldo

- Lascia chio pianga (Rinaldo)

- Piangeró la sorte mia (Giulio Cesare)

- Fermati No Crudel (Rinaldo)

 

JOHANN SEBASTIAN BACH

- Aria da Suite Orquestral nº 3 BWV 1068

WOLFGANG AMADEUS MOZART

- Deh vieni non tardar (Bodas de Figaro)

- Sull’aria (Bodas de Fígaro)

Fernando Cordella

Considerado um dos principais cravistas de sua geração na América Latina, Fernando Cordella recebeu, em 2015, o prêmio TOYP JCI Brasil como a figura mais expressiva do ano na categoria “Êxito Cultural”. Desde 2016 é coordenador da Oficina de Música Barroca da EMMSP – Escola Municipal de Música de São Paulo e professor de cravo da mesma instituição.Tem atuado fortemente como solista e maestro convidado nas principais orquestras de câmera do Brasil, onde se destacam Peter van Heyghen, Roman Garrioud, Michaela Comberti, Juan Manuel Quintana, Emmanuele Baldini, Luiz Otávio Santos, Rodolfo Richter, entre outros. Iniciou os estudos com a pianista Dirce Knijnik e no cravo teve Nicolau de Figueiredo como seu principal mestre. Vencedor do Prêmio Açorianos 2011 como melhor intérprete da categoria Música Erudita pelo disco “CRAVOS – de Frescobaldi a Mozart”. Cordella é diretor artístico e maestro titular da Sociedade Bach Porto Alegre e da Orquestra Sinfônica de Carazinho.

Ana Schwedhelm

A soprano mexicana-alemã Ana Schwedhelm canta em óperas e concertos por toda a Europa e em outros continentes. Recentes atuações suas com destaque incluem El Sombrero de Tres Picos, de De Falla, com a Royal Scottish National Orquestra, Rosalinde (Die Fledermaus), de Johann Straus II, no Choriner Opernsommer em Berlim, La Voix Humaine, de Francis Poulenc, na nova produção de Alonso Ruiz Palacios na Cidade do México, e o papel-título de Rusalka, de Dvorák, e La Belle Hélène, de Jacques Offenbach em Munique, onde foi solista de 2015 a 2017.

Outros papéis incluem a Condessa (Le Nozze di Figaro), Marzelline (Fidelio), Fiordiligi (Così fan tutte), Musetta e Mimì (La Bohème) e Armida (Rinaldo), dentre outros. 

Apresentou-se em St. Martin in the Fields, St. John’s Smith Square, Spitalfields Festival e no London Handel Festival sob as regências de Trevor Pinnock, Laurence Cummings, José Areán e Carlos Miguel Prieto, com a Royal Scottish National Orquestra, a Orchestre Philharmonique de Strasbourg e a Orquesta Sinfónica de Minería.

Ana Scweldhelm é parceira em música de câmara de  Iain Ledingham e também trabalhou com o pianista espanhol Rubén Fernández Aguirre no Granada International Music and Dance Festival e no festival de câmara Música Sur. Outros compromissos incluem Smithsonian Institute (Washington D.C.), Fundación Botín (Santander) com Carles Budò, Palacio de Bellas Artes (Mexico) com Silvia Navarrete e La Pedrera (Barcelona) com Pau Casan.

Ana Schwedhelm se formou na Royal Academy of Music de Londres e é membro da Welsh International Academy of Voice, onde estudou com Dennis O’Neill. Foi finalista em concursos internacionais de canto como o Concurs Jaume Aragall, o Richard Lewis Award e o Concurso Internacional de Ópera “Mozart” de Granada.

Carla Cottini

Vencedora do Prêmio Revelação no 10º Concurso de Canto Maria Callas em 2011, Carla Cottini tem se destacado por integrar em suas performances belo timbre, sólida técnica e marcante presença cênica. Desde 2011 interpreta papéis protagonistas em óperas de Mozart, Donizetti, Puccini,Massenet, Humperdinck, Lehar e Strauss, entre outros, em importantes casas de ópera do mundo como o Theatro Municipal de São Paulo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Palau de la Música de Valencia, Teatro Regio di Parma, Teatro Sociale di Rovigo e Teatro São Pedro. Seu repertório de concerto inclui obras de Vivaldi, Händel, Mozart, Beethoven, Strauss, Villa-Lobos e André Mehmari. Cantou sob a regência de diretores como Rinaldo Alessandrini, Isaac Karabitchevsky, Luis Fernando Malheiro, Alexander Liebreich, Alain Guingal, Fabrizio Maria Carminati, Fábio Mechetti, Rodolfo Fischer, Silvio Viegas, Carlos Prazeres, Marcelo Lehninger, Evandro Matté e Lutz de Veer. Atuou sob a direção cênica de Píer Francesco Maestrini, Stefano Poda, Francesco Belloto, Livia Sabag, Jorge Takla, Alfonso Antoniozzi, Pablo Maritano, Mauro Wrona, William Pereira e outros. Seus trabalhos de 2019 incluem seu debut como Adina em L’Elisir d’Amore, Gilda em Rigoletto e Euridice em Orfeo Ed Euridice de Gluck. O seu duo com o pianista Ricardo Ballestero percorre o Brasil com repertório de câmara que inclui R. Strauss, Debussy, Villa-Lobos, Turina, Schubert e Schumann.

Atualmente, Carla Cottini vive em Berlim e é aluna de Vito Maria Brunetti e John Fischer. Trabalha com importantes pianistas como Simone Savina, Enrico Gerola, Ricardo Ballestero, Ara Khachaturian e Carles Budò.