Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, João Maurício Galindo, Juliana Steinbach, Marly Montoni e Leonardo Neiva

Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo e Coro

João Maurício Galindo, regência

Juliana Steinbach, piano

Marly Montoni, soprano

Leonardo Neiva, barítono

 

LEONARD BERNSTEIN

Sinfonia nº 2 - The Age of Anxiety

I -  The Prologue (Lento moderato)

II - The Seven Ages (Variations 1–7)

      1. L'istesso tempo

     2. Poco più mosso

     3. Largamente, ma mosso

     4. Più mosso

     5. Agitato

     6. Poco meno mosso

     7. L'istesso tempo

III - The Seven Stages (Variations 8–14)

    8. Molto moderato, ma movendo

    9. Più mosso (Tempo di Valse)

   10. Più mosso

   11. L'istesso tempo

   12. Poco più vivace

   13. L'istesso tempo

   14. Poco più vivace

IV - The Dirge (Largo)

V - The Masque (Extremely fast)

VI - The Epilogue (Adagio; Andante; Con moto)

GEORGE GERSHWIN

Three Preludes

- Prelude I (Allegro ben ritmato e deciso)

- Prelude II (Andante con moto e poco rubato)

- Prelude III (Agitato / Allegro ben ritmato e deciso)

Porgy and Bess - Suíte da ópera para orquestra, coro e solistas (Versão de Concerto - Robert R. Bennett, arr. 1956)

- Introduction - Jazbo Brown Blues

- Summertime

- A Woman Is A Sometime Thing

- Gone, Gone, Gone

- Overflow

- My Man's Gone Now

- The Promise Land

- I Got Plenty O’ Nuttin’

- Bess, You Is My Woman Now

- Oh, I Can't Sit Down 

- I Ain`t Got No Shame

- It Ain’t Necessarily So

- What You Want Wid Bess

- There’s a Boat Dat’s Leavin’ Soon for New York

- Finale - Oh, Lawd, I’m On My Way

 

João Maurício Galindo

 

Maestro da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo desde 2000, João Maurício Galindo foi seu Diretor Artístico de 2007 a 2017. Foi também regente da Orquestra Amazonas Filarmônica, da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Trabalhou como regente convidado de diversas outras orquestras no Brasil e no exterior, como a Petrobrás Sinfônica do Rio de Janeiro, as Sinfônicas da Bahia, de Sergipe, do Paraná e de Campinas, Sinfônica de Roma, Sinfônica Siciliana, Sinfônica de Bari e de Campobasso, todas na Itália, além da Filarmônica de Belgrado, na Sérvia, da Acadêmica de Ancara, na Turquia, e da Sinfônica de Liepaja, na Letônia, entre outras. Foi regente da Orquestra Sinfônica de Bolsistas do Festival de Campos do Jordão nos anos de 1998, 2000 e 2002.

Com a Jazz Sinfônica realizou apresentações memoráveis, muitas das quais acompanhando grandes nomes da música popular nacional e internacional, como Paulinho da Viola, João Bosco, Fabiana Cozza, Jane Monheit e Richard Galliano, entre tantos outros. Participou do festival "Vermelhos 2017 - Música e Artes Cênicas" à frente da Jazz Sinfônica em concerto de Ute Lemper.

Juliana Steinbach 

 

Nascida no Brasil e desde os três anos de idade vivendo na França, Juliana Steinbach começou seus estudos musicais em Lyon com a professora Paule Delorme. Após seus primeiros anos de formação no conservatório de Lyon (CNR) nas classes de Nicole Poncet, André Chometon e Roger Germser, foi aluna da pianista americana Christine Paraschos e estudou no Conservatório de Paris (CNSM) com Bruno Rigutto e Pierre-Laurent Aimard; obteve dois primeiros prêmios de piano e música de câmara e foi admitida por unanimidade no ciclo de aperfeiçoamento de piano na classe de Jacques Rouvier, ganhando nesta ocasião o prêmio da Fundação Alfred Reinhold, um piano de cauda Blüthner. Foi aluna do Maestro Franco Scala na Accademia Pianistica d’Imola (Itália), de Maria João Pires na sua residência de Belgais (Portugal) e de Pnina Salzman em Tel-Aviv (Israel). Em maio de 2007, obteve o Graduate Diploma da Juilliard School de Nova York, após um ciclo de aperfeiçoamento com o pianista Joseph Kalichstein e vários membros do Juilliard String Quartet.  Laureada das fundações Cziffra, Meyer, Natexis Groupe Banques Populaires, Alfred Reinhold e Umberto Micheli, recebeu prêmios em vários concursos como o Concurso Internacional Artlivre de São Paulo (Brasil, 2001), os Encontros Internacionais de Tel-Hai (Israel, 2000 e 2001) e o Concurso Internacional de Jovens Pianistas de Meknès (Marrocos, 1996). Na França, recebeu o prêmio Flame, a bolsa musical do Zonta Internacional, o Grande Prêmio e o Prêmio Especial do Fórum Musical da Normandia.

 

Apaixonada por música de câmara, ganhou em 2002 o primeiro prêmio do concurso “Premio Vittorio Gui” em Firenze (Itália) e em 2005 o prêmio Beethoven do concurso internacional de música de câmara “Trio de Trieste” (Itália) em duo com o violoncelista Guillaume Martigné.

Em dezembro de 2018, Juliana Steinbach se apresentou nos "Concertos de Ano Novo" no Teatro de Vermelhos, Ilhabela, em recital ao lado de Nelson Freire e como solista na execução da "Fantasia Coral" de Beethoven.

Marly Montoni

Marly Montoni estreou no Theatro Municipal de São Paulo em 2017 como Leonora em "Fidelio", de Beethoven. Voltou ao mesmo palco para interpretar Abigaille em "Nabucco", de Verdi, Liú em "Turandot", de Puccini, como solista na obra "El Niño" de John Adams, e na estreia paulistana do "Requiem", de Andrew Lloyd Weber e "Meia Lágrima", de Elodie Bouny.

Foi protagonista em "Porgy and Bess", de Gershwin no Palácio da Artes de Belo Horizonte, e integrou o Elenco Estável do Theatro São Pedro, onde cantou os papéis de Odaleia em "Condor", de Carlos Gomes, Wally em "La Wally" de Catalani, Rainha Elisabetta em "Roberto Devereux", de Donizetti, e a segunda Serva de "Der Zwerg", de Zemlinsky. Performances anteriores no Theatro São Pedro incluem a estreia mundial de "O Espelho", de Jorge Antunes, e ainda "Fosca", de Carlos Gomes, "Bodas no Monastério", de Prokofiev, e a participação na “Série Concertos Internacionais” ao lado do baixo italiano Roberto Scandiuzzi em trechos de "Don Carlo", de Verdi. Cantou também com a Orquestra Sinfônica de Campinas e, em 2014, interpretou Violet da ópera "Blue Monday" de Gershwin, no Festival de Ópera do Teatro da Paz, em Belém.

Tem trabalhado sob a direção musical de maestros como Roberto Minczuk, Silvio Viegas, Luiz Fernando Malheiro, André dos Santos, Ligia Amadio e Pedro Messias, e sob direção cênica de Caetano Vilela, William Pereira, Cleber Papa, Mauro Wrona. Marly é Bacharel em canto pela Universidade Cruzeiro do Sul, aperfeiçoou-se com Antonio Lotti e atualmente prepara seu repertório com Rafael Andrade.

Leonardo Neiva

Convidado freqüente das mais importantes orquestras e teatros do país, Leonardo Neiva vem se destacando nos últimos anos como o mais importante barítono brasileiro de sua geração. Uma voz "quente, ensolarada e incandescente" , como descreveu a importante revista alemã Opernwelt após assisti-lo em 2011, em Tristan und Isolde de Wagner.

Natural de Brasília, estudou com Francisco Frias na Escola de Música de Brasília e UnB antes de aprimorar-se Itália com Rita Patané e Ernesto Paláci na Italia. Desde sua estréia profissional aos 23 anos, vem colecionando elogios de publico e critica, venceu o concurso internacional de canto Bidu Sayão e desde então é reconhecido como um artista versátil e de grande desenvoltura cênica, capaz de interpretar um vasto repertório. Depois de protagonizar o musical Lês Miserables no Brasil e no México, recebeu em 2009 o XII Prêmio Carlos Gomes de melhor cantor masculino por sua interpretação nas óperas “Sansom et Dalila” (Grand Prêtre), “Dido and Aeneas”  (Aeneas) e no poema sinfônico “Kullervo” de Jean Sibelius; em 2013 obteve muito sucesso com musical Ça Ira do astro do rock Roger Waters.

Dentre seus principais trabalhos estão Falstaff  (Ford), na OSESP, Les Pecheurs dês Perles (Zurga), I Pagliacci (Silvio) e Thais (Athanael) no Teatro Municipal de Santiago do Chile, “l Barbieri di Siviglia” (Figaro) na estréia da Cia. Brasileira de Ópera, Wozzeck e Carmina Burana" para o Teatro São Carlos de Lisboa, de “Dialogues dês Carmelites” (Marquis de La Force) e Tristan und Isolde (Kunwernal) e Hänsel und Gretel (Vater) no Festival Amazonas de Opera, Ariadne auf Naxos (Musikleher), Götterdämmerung (Gunther) e o papel titulo de Don Giovanni para o Municipal de São Paulo,“La Bohéme” no Palácio das Artes em Belo Horizonte, Roméo et juliette (Mercutio) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou, em 2013, da estréia brasileira de A midsummer night's dream de Britten, criado o papel de Bottom com grande sucesso. Recentemente, estreou na França na ópera Rienzi, de Wagner no Teatro Capitole de Toulouse, sob direção do veterano Jorge Lavelli, espetáculo lançado internacionalmente em DVD pelo selo OPUS ARTE. Recentemente gravou junto a OSESP a Sinfonia Nº 10 -“Ameríndia” de Villa-Lobos sob regência de Isaac Karabtchevsky.

É especialista em Teatro Musical, ministra aulas de canto e interpretação no Sesi – Vila Lepoldina.  Em 2018, foi protagonista no musical O Fantasma da Ópera.